Ontem, em Curitiba ocorreu a eleição para a
presidência da Confederação Brasileira de Ciclismo.

Muita gente não sabe,
(provando quanto bem feito foi o “esconde-esconde” benéfico da Confederação),
mas Vasconcellos que disse ontem após a vitória que: “-– Na verdade há um
grande relacionamento com as federações. Eu mostro para eles a forma como
trabalhar, de forma séria e honesta”,
escondeu do país inteiro um escândalo do ciclismo no ano de 2011.
Na
época, a União Internacional de Ciclismo
(UCI) divulgou uma nota com o nome de oito atletas brasileiros pegos no exame antidoping.
Sherman Trezza de Paiva, Pedro Nicácio, João Paulo de Oliveira, Lucas Onesco. Jair Fernando dos Santos, Fábio Ribeiro Jr., Rogério dos Reis e Edson Marcos de Carvalho eram os envolvidos desta vez.
Ciente dos casos desde o principio,
um ano atrás da divulgação da nota pela UCI, a Confederação Brasileira de Ciclismo
não havia divulgado o caso, muito menos
os nomes dos envolvidos.
Mas, afinal, porque silenciar
diante da fraude? Porque a direção da Confederação Brasileira de Ciclismo não
divulgou o nome dos atletas suspensos pela entidade máxima do ciclismo mundial?
Simples.
Um escândalo dessa proporção
abalaria a imagem da Confederação, e poderia prejudicar o milionário patrocínio
com o Banco do Brasil, cujo qual não há divulgação de valores e muito menos
seus fins.
Com tudo quem paga de otário é o
povo brasileiro, que não pode saber nem aonde, nem pra quem vai, e muito menos como
está sendo usado o seu próprio dinheiro.
Posto abaixo quatro vídeos de uma “verdade
assombrante”.
Os bastidores do Ciclismo
brasileiro.
É a explicação do porque cada vez
perdemos mais espaço nesse esporte...
Parte 1
Parte 2
Parte 3
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