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sábado, 1 de setembro de 2012

A Zebra veste...



Branco e vermelho

18/06/02
Coréia do Sul 2X1 Itália /Oitavas de finais Copa do Mundo de 2002

Uma das maiores zebras em mundiais de seleções que eu vi.

 Logo aos 4 minutos do primeiro tempo o juiz equatoriano Byron Moreno marca um pênalti a favor da Coréia do Sul.
Ahn bate e Buffon faz grande defesa.

 Aos 18 minutos, ainda do primeiro tempo, a Itália passa em vantagem com Vieri, de cabeça.
 
 No segundo tempo o treinador Giovanni Trapattoni decide defender o resultado de 1 a zero e aos 15 minutos substitui o atacante Del Piero pelo meio-campista Gattuso.
  
 O treinador Hiddink da Coréia do Sul decide fazer o contrário e aos 16 minutos substitui o zagueiro T. Kim com o atacante Hwang e logo depois, aos 22 minutos, substitui o meio-campista N. Kim com outro atacante: Lee.
 
 A Itália consegue se defender até aos 43 minutos, quando o coreano Seol empata  após erro defensivo de Panucci.
 
Antes de acabar o tempo regulamentar, Vieri tem a chance de qualificar a Itália mas, sozinho na frente do gol, consegue errar e chutar para cima da trave.
 
 Aos 13 minutos da primeira prorrogação o juiz equatoriano dá um cartão amarelo a Totti por simulação. 
 Uma vez que Totti já tinha recebido um outro cartão amarelo, a Itália é obrigada a jogar os últimos minutos em 10 contra 11.
 
 Quando faltam somente 4 minutos para se chegar à decisão por pênaltis, o coreano Ahn sobe mais alto do que Maldini e de cabeça faz o Golden gol, e mais que isso, coloca seu país na história.
O gol decisivo, culminaria na sua demissão do Perugia/ITA.

 Naquela copa, a Coréia ainda passaria pela Espanha nas quartas de finais, e pararia, na semifinal, em uma sentida derrota para a Alemanha por 1 á zero.

Ficha técnica:

 Coréia do Sul:
  Lee Woon-Jae, Choi Jin Cheul , Hong Myung Bo, Kim Tae Young,  Yoo Sang Chul , Lee Young-Pyo , Kim Nam-Il,  Park Ji-Sung, Song Chong Gug, Ahn e Seol Ki Hyeon .

Itália:
Buffon, Panucci, Iuliano, Maldini, Coco, Zambrotta, Tommasi, Zanetti, Totti, Del Piero e Vieri.











sábado, 18 de agosto de 2012

A Zebra veste...



Verde, Branco, Vermelho e Amarelo.

31/05/2002 Seol
França 0X1 Senegal

Era pequeno, ainda me lembro de que levantei cedo para acompanhar a abertura da Copa do Mundo de 2002.

O jogo era entre o caçula Senegal, e a seleção que havia me feito, na época ainda com cinco anos, chorar copiosamente ao derrotar o Brasil, na final do Mundial de 98.

A França era favorita ao jogo e ao titulo.

Porém não contava, com o contundido, Zinedine Zidane.

A França pressionou desde o começo, com uma boa atuação de David Trezeguet, a atual campeã do Mundo, tinha tudo para sair vencedora da estreia.

Tinha tudo... Mas não saiu...
  
Aos trinta minutos da primeira etapa Diouf partiu pela esquerda, driblou Leboeuf e cruzou. Petit bateu na bola, Barthez evitou o gol contra e a bola sobrou para Bouba Diop, que sentado, empurrou para o gol.

Depois do gol a França se perdeu.

Trezeguet e Henry acertaram a trave, mas não adiantou.
Final: 0X1 Senegal.

Uma das maiores “zebras” que eu vi em Mundiais de Seleções.

A França pararia na primeira fase, Senegal parou nas quartas de finais para a Turquia.

Ficha Técnica:

FRANÇA
Barthez; Thuram, Desailly, Leboeuf e Lizarazu; Vieira, Petit, Djorkaeff (Dugarry) e Wiltord (Cisse); Henry e Trezeguet
Técnico: Roger Lemerre

SENEGAL
Sylva; Daf, Cisse, Diatta e Coly; Diop, Diao, N'diaye e Fadiga; Camara e Diouf
Técnico: Bruno Metsu




terça-feira, 31 de julho de 2012

A Zebra veste...


Azul e Branco
     
     Data: 24 de abril
     Local: estádio La Bombonera, em Buenos Aires 


Boca Juniors 0X1 Paysandu


 O jogo
    
  Amparados pela torcida, que não chegou a lotar o estádio, os argentinos começaram em cima do rival e quase abriram o placar logo aos 4min, quando Delgado cobrou falta de longa distância e o goleiro Ronaldo foi até o ângulo esquerdo para espalmar pela linha de fundo.
     
     Posteriormente ao assombro primário, o Paysandu começou a se acertar em campo e criou duas grandes oportunidades de gol. Aos 10min, o atacante Iarley arriscou um chute de fora da área e a bola passou à esquerda do gol.
     
  Aos 18 minutos Iarley fez grande jogada, que só não foi melhor que a defesa de Pato.     
Aos vinte e um minutos o árbitro decidiu mostrar quem mandava em campo e no primeiro “bolinho”, botou na rua Robgol e Rodriguez.           
     
 No segundo tempo a catimba argentina funcionou e Vanderson acerou um soco em Schelotto, cartão vermelho no paraense.
Com um jogador a menos o Paysandu se concentrava em contra-atacar, e foi assim que saiu o gol, Iarley, em mais uma bela jogada, driblou dois defensores e bateu, para fazer história.     
     O arqueiro Ronaldo ainda salvaria cabeçada de Cagna, livre na área.
Quando o arbitro apitou o final da partida, a história estava escrita; O Paysandu ganhava do Boca Juniors dentro da temida La Bambonera.     
   
Ficha Técnica:

 BOCA JUNIORS
    Pato Abbondanzieri; Ibarra (Calvo), Burdisso, Crosa e Clemente Rodríguez; Battaglia (Moreno), Cascini, Cagna (Tévez) e Donnet; Guillermo Barros Schelotto e Delgado
     Técnico: Carlos Bianchi
     
     PAYSANDU
     Marcão; Rodrigo (Gino), Tinho, Jorginho e Luís Fernando; Sandro, Vanderson, Lecheva (Bruno) e Velber (Rogerinho); Iarley e Robson
     Técnico: Darío Pereyra







sábado, 7 de julho de 2012

A Zebra veste...



Preto e Branco.

TP Mazembe 2X0 Internacional.

A maior zebra da história dos Mundiais, organizados pela FIFA, em relação à participação de Clubes.

A descrição do jogo é feita pelo canal de vídeos, do Youtube, chamado Vídeos de Futebol HD.

Como já era esperado, o Internacional partiu para cima do Mazembe desde o começo e criou a primeira chance logo aos 45 segundos. Tinga tocou para Rafael Sóbis, que dominou no peito e bateu por cima do gol. Na sequência, o atacante cobrou falta com força, mas mandou pela linha de fundo.

A melhor chance do Inter foi aos dez minutos, quando Kleber cruzou rasteiro e Rafael Sóbis concluiu, mas Kidiaba estava atento e fez uma linda defesa. No contra-ataque, quase que os gaúchos foram surpreendidos. Kabangu bateu com força de fora da área e Renan precisou fazer a defesa em dois tempos.

A torcida do Inter, que estava presente em grande número ao estádio, quase comemorou gol aos 18 minutos. Após falta cobrada, Índio cabeceou meio sem ângulo e a bola passou na frente do gol, faltando alguém para concluir. Na sequência, Tinga aproveitou cruzamento de Nei e dividiu com o goleiro, mas acabou cabeceando para fora.

Depois disso, o jogo caiu um pouco de produção e os dois times ainda criaram duas chances antes do intervalo. Kaluyituka fez boa jogada e, mesmo sem ângulo, bateu para defesa de Renan, que mandopu para escanteio. Na última oportunidade colorada, Wilson Mathias tabelou com Nei e tentou fazer um gol de meia-bicicleta, mas a bola saiu por cima.

Vexame Colorado
Apesar de ter feito um melhor primeiro tempo, o Internacional sofreu no início da etapa final. Logo no primeiro minuto, Kaluituka bateu de virada e mandou para fora, mas aos sete não teve jeito. Kabangu dominou dentro da área e acertou um lindo chute, no ângulo de Renan, que apenas observou.


Atrás do marcador e querendo evitar um grande vexame, o Inter partiu para cima e quase empatou aos 14 minutos. Rafael Sobis bateu com força e Kidiaba fez grande defesa. No rebota, a zaga do Mazembe afastou. Atendendo pedido dos torcedores, o técnico Celso Roth colocou o talismã Giuliano, eleito o melhor jogador da Libertadores.

Apostando em cruzamentos, o Inter assustou aos 20, quando Rafael Sóbis completou cruzamento de D'Alessandro e mandou por cima do gol. Quatro minutos depois, Giuliano invadiu a área e bateu forte, mas Kidiaba saltou e fez uma linda defesa, impedindo o que seria o gol de empate. No contra-ataque, Sunguluma arriscou e Renan caiu para ficar com a bola.

O gol de empate quase saiu em uma jogada ensaida. Rafael Sóbis rolou para D'Alessandro, que na marca do pênalti e sem marcação, pegou fraco e mandou para fora. O Mazembe quase fechou o caixão aos 30 minutos. Kabangu cobrou falta colocada e Renan espalmou para escanteio. O Inter tentava de todas forças chegar ao gol, mas esbarrava na forte marcação adversária.

Apesar da pressão ter sido toda do Internacional, o caixão foi fechado aos 40 minutos do segundo tempo. Kaluyituka partiu para cima de Guinazu e arriscou de fora da área, acertando o canto do goleiro Renan, que pulou e não alcançou.

Ficha Técnica

TP Mazembe 2 x 0 Internacional

Local: Mohammed Bin Zayed Stadium, em Abu Dhabi
Árbitro: Bjorn Kuipers
Auxiliares: Berry Simons e Sander Van Roekel
Público: 22.131 pagantes
Cartões Amarelos: Nkulukuta e Kasulula (Mazembe); Índio (Internacional)
Gols: Kabangu aos 7'/2T e Kaluyituka aos 40'/2T (Mazembe)

TP Mazembe
Kidiaba, Nkulukuta, Kasusula, Kimwaki e Ekanga; Bedi, Mihayo e Kasongo; Singuluma, Kabangu (Kanda) e Kaluyituka.
Técnico: Lamine N'Diaye.

Internacional
Renan; Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Wilson Matias, Guiñazu, Tinga (Giuliano) e D'Alessandro; Rafael Sobis (Oscar) e Alecsandro (Leandro Damião).
Técnico: Celso Roth.






sexta-feira, 22 de junho de 2012

A zebra veste...



 Azul e Branco

 Copa do Brasil 2004
  
 Flamengo X Santo André
  
 Depois de eliminar Atlético/MG, Guarani, Palmeiras e o até então, sensação da competição, XV de Novembro, o Santo André chegava na final como mero azarão, contra um Flamengo já castigado pela bagunça administrativa e pelo vice da edição anterior.

  Flamengo amplo favorito.
  
 No primeiro jogo, no estádio, Palestra Itália, Roger abriu o placar, Osmar e Romerito viraram, mas Athirson empatou. 2 á 2.

 No segundo jogo, Maracanã lotado, 75 mil pessoas, imensa maioria Rubro-negra.
 O empate sem gols, o um á um, e qualquer vitória daria ao Flamengo mais um troféu para sua imensa galeria.

 Primeiro tempo horrível, somente chutes tortos e 46 passes errados, foram a tônica de uma primeira etapa marcada pelo nervosismo e pelo medo de vencer.
  
 Logo, no início do segundo tempo, em boa cobrança de escanteio, Sandro Gaúcho, totalmente sozinho, cabeceou e abriu o placar para o Santo André.
  
 A fiel torcida flamenguista, ganhou vozes e ao som de “Flamengo, oooo,”, calava a pequena torcida paulista que “ousara” comemorar.

  O que era inimaginável, transformará- se em realidade, quando Osmar cruzou e Elvis, desviou para decretar o caneco para o “Azarão” Santo André.

Santo André Campeão da Copa do Brasil 2004.
  
Ficha Técnica:

Flamengo: Júlio César; Reginaldo Araújo, Fabiano Eller, André Bahia e Roger; Douglas Silva, Da Silva, Róbson, Ibson e Felipe; Jean.

Santo André: Júlio César; Dedimar, Nelsinho, Alex Bruno e Gabriel; Ramalho, Romerito, Elvis e Dirceu; Sandro Gaúcho e Osmar.